Hipotireoidismo e Hipertireoidismo: Guia Completo sobre Causas, Sintomas e Tratamentos
Você sabia que problemas na tireoide afetam milhões de brasileiros, especialmente mulheres? Essa pequena glândula em forma de borboleta, localizada na base do pescoço, tem um papel fundamental no funcionamento de todo o seu organismo. Quando ela não funciona adequadamente, pode causar desde cansaço extremo até alterações cardíacas.
Se você está sentindo sintomas estranhos como fadiga constante, variações de peso inexplicáveis ou mudanças no humor, pode estar lidando com um problema tireoidiano. Neste guia completo, você vai entender tudo sobre hipotireoidismo e hipertireoidismo, as duas principais disfunções dessa glândula tão importante.
O Que é a Tireoide e Por Que Ela é Tão Importante?
Antes de falarmos sobre as doenças, vamos entender o papel essencial dessa glândula em nosso corpo.
A tireoide é uma glândula em forma de borboleta que se localiza na parte anterior do pescoço e pesa cerca de 20 gramas. Apesar do tamanho pequeno, ela é responsável por regular funções vitais como:
- Velocidade do metabolismo
- Frequência dos batimentos cardíacos
- Temperatura corporal
- Gasto calórico e controle de peso
- Funcionamento cerebral
- Crescimento e desenvolvimento (especialmente em crianças)
- Fertilidade e ciclo menstrual
A tireoide produz principalmente dois hormônios: o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina). Esses hormônios circulam pelo sangue e dizem às células do corpo como transformar oxigênio e glicose em energia. Para produzir esses hormônios, a tireoide precisa de iodo, obtido através da alimentação.
Hipotireoidismo: Quando a Tireoide Funciona Devagar
O Que é Hipotireoidismo?
O hipotireoidismo é a diminuição da produção de hormônios T3 e T4 pela tireoide, fazendo com que todo o metabolismo do corpo funcione mais lentamente. É como se o seu organismo estivesse em “câmera lenta”.
Essa condição é bastante comum e afeta principalmente mulheres. Cerca de 10% das mulheres acima de 40 anos e em torno de 20% das que têm acima de 60 anos manifestam algum problema na tireoide.
Principais Causas do Hipotireoidismo
1. Tireoidite de Hashimoto
A principal causa do hipotireoidismo é a condição chamada Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune também conhecida como Tireoidite Crônica ou Tireoidite Linfocítica. Nessa doença, o próprio sistema imunológico ataca e destrói gradualmente a glândula tireoide.
A Tireoidite de Hashimoto é oito vezes mais comum em mulheres e tem forte relação com o histórico familiar. Sua evolução geralmente é lenta e progressiva.
2. Tratamento para Hipertireoidismo
Ironicamente, o tratamento do hipertireoidismo pode resultar em hipotireoidismo. A segunda causa mais comum é o tratamento do hipertireoidismo, especialmente após terapia com iodo radioativo ou cirurgia para hipertireoidismo, bócio ou câncer de tireoide.
3. Deficiência de Iodo
Embora seja raro no Brasil desde a adição de iodo ao sal de cozinha, a deficiência desse mineral pode causar hipotireoidismo e bócio (aumento da tireoide).
4. Outras Causas
- Problemas na hipófise (glândula no cérebro que produz o TSH)
- Uso de certos medicamentos (como lítio e amiodarona)
- Radioterapia na região do pescoço
- Hipotireoidismo congênito (presente desde o nascimento)
- Tireoidites (inflamações da tireoide)
Sintomas do Hipotireoidismo
Os sintomas iniciais mais comuns são retenção de líquidos e inchaço, especialmente periorbital; cansaço; intolerância ao frio e confusão mental.
Os sintomas aparecem de forma gradual e podem levar meses ou anos para se manifestar completamente. Muitas vezes, são confundidos com estresse, depressão ou até com os sintomas naturais do envelhecimento.
Sintomas Mais Comuns:
- Fadiga e fraqueza constante – sensação de estar sempre cansado, mesmo após dormir
- Ganho de peso – aumento de peso sem mudanças na alimentação
- Intolerância ao frio – sentir muito frio quando outras pessoas estão confortáveis
- Pele seca e áspera – pele ressecada que não melhora com hidratantes
- Queda de cabelo – cabelos ficam secos, quebradiços e caem mais facilmente
- Constipação intestinal – prisão de ventre frequente
- Inchaço – especialmente no rosto, mãos e pés
- Voz rouca – alteração no tom de voz
- Alterações menstruais – menstruação irregular ou mais intensa
- Esquecimento e dificuldade de concentração – problemas de memória e raciocínio lento
- Depressão – alterações no humor
- Dores musculares e articulares – sensação de peso e dor nos músculos
- Batimentos cardíacos lentos – bradicardia
Atenção Especial: Em mulheres após os 40 anos, os sintomas podem se confundir com a menopausa, já que ambas as condições causam fadiga, alterações de humor e ganho de peso.
Complicações do Hipotireoidismo Não Tratado
Quando não tratado adequadamente, o hipotireoidismo pode levar a complicações sérias:
- Anemia – redução de glóbulos vermelhos no sangue
- Colesterol alto – aumento dos níveis de gordura no sangue
- Problemas cardíacos – insuficiência cardíaca e cardiomegalia (aumento do coração)
- Hipertensão arterial – pressão alta
- Glaucoma – aumento da pressão dentro dos olhos
- Infertilidade – dificuldade para engravidar
- Depressão severa – quadros graves de alteração do humor
- Coma mixedematoso – complicação rara e grave, com risco de vida, caracterizada por hipotermia, bradicardia grave e hipotensão
Hipertireoidismo: Quando a Tireoide Acelera Demais
O Que é Hipertireoidismo?
O hipertireoidismo é justamente o oposto do hipotireoidismo. O hipertireoidismo pode ser definido como uma condição que leva à hiperatividade da tireoide, gerando um excesso de hormônios (T3 e T4) que aumenta a velocidade do metabolismo.
É como se seu corpo estivesse funcionando em “modo turbo”, o tempo todo. Essa aceleração constante pode ser extremamente desgastante e perigosa se não tratada.
Principais Causas do Hipertireoidismo
1. Doença de Graves
O principal motivo para seu surgimento é a Doença de Graves, ou seja, um distúrbio autoimune no qual o sistema imunológico produz anticorpos que estimulam a glândula tireoide em excesso.
A Doença de Graves é responsável por 60 a 80% dos casos de hipertireoidismo e é mais comum em pessoas entre 20 e 40 anos. Uma característica marcante dessa doença é a exoftalmia (olhos saltados e proeminentes).
2. Bócio Multinodular Tóxico
Nódulos na tireoide que produzem hormônios de forma independente, sem o controle do TSH. É mais comum em pessoas idosas.
3. Adenoma Tóxico
Um nódulo único que produz hormônios em excesso.
4. Tireoidites
Quando há uma inflamação da glândula tireoide, há um aumento da liberação de hormônios tireoidianos pré-formados. Geralmente, esse tipo de hipertireoidismo é temporário.
5. Outras Causas
- Ingestão excessiva de iodo (presente em algas, expectorantes e no medicamento amiodarona)
- Superdosagem de hormônio tireoidiano (levotiroxina)
- Tumores que produzem hormônios
Sintomas do Hipertireoidismo
É comum que surjam sintomas como excesso de apetite, perda de peso, insônia e aumento da frequência cardíaca.
Sintomas Mais Comuns:
- Perda de peso inexplicável – mesmo comendo mais que o normal
- Taquicardia e palpitações – coração acelerado, batendo acima de 100 vezes por minuto
- Nervosismo e ansiedade – irritabilidade e agitação constantes
- Tremores nas mãos – especialmente ao estender os braços
- Insônia – dificuldade para dormir
- Intolerância ao calor – sentir muito calor e suar excessivamente
- Fraqueza muscular – principalmente nas coxas e braços
- Aumento do número de evacuações – diarreia ou fezes amolecidas frequentes
- Aumento do apetite – fome constante
- Menstruação irregular – períodos escassos ou ausentes
- Queda de cabelo – cabelos ficam mais finos
- Olhos saltados – exoftalmia (especialmente na Doença de Graves)
- Aumento da tireoide – bócio visível no pescoço
- Cansaço e fadiga – apesar da aceleração metabólica
- Irritabilidade – mudanças bruscas de humor
Complicações do Hipertireoidismo Não Tratado
O hipertireoidismo pode causar sérias complicações se não for controlado:
- Arritmias cardíacas – batimentos cardíacos irregulares, especialmente fibrilação atrial
- Insuficiência cardíaca – o coração enfraquece por trabalhar demais
- Osteoporose – perda acelerada de cálcio dos ossos
- Oftalmopatia – problemas graves nos olhos (na Doença de Graves)
- Crise tireotóxica – emergência médica com febre alta, confusão mental e colapso cardiovascular
Hipotireoidismo vs Hipertireoidismo: Principais Diferenças
Embora ambas as condições afetem a mesma glândula, elas têm características opostas:
| Característica | Hipotireoidismo | Hipertireoidismo |
|---|---|---|
| Produção de hormônios | Diminuída | Aumentada |
| Metabolismo | Lento | Acelerado |
| Peso | Ganho de peso | Perda de peso |
| Temperatura | Intolerância ao frio | Intolerância ao calor |
| Batimentos cardíacos | Lentos (bradicardia) | Rápidos (taquicardia) |
| Energia | Fadiga e cansaço | Agitação e nervosismo |
| Intestino | Prisão de ventre | Diarreia ou fezes amolecidas |
| Humor | Depressão | Ansiedade e irritabilidade |
| Causa mais comum | Tireoidite de Hashimoto | Doença de Graves |
| Prevalência | Mais comum (15-20% após 60 anos) | Menos comum (1-2% da população) |
Sintomas em Comum:
- Aumento da tireoide (bócio)
- Queda de cabelo
- Menstruação irregular
- Problemas de fertilidade
- Mais comum em mulheres
Como é Feito o Diagnóstico?
O diagnóstico de ambas as condições é feito através de:
Exames de Sangue
1. TSH (Hormônio Estimulante da Tireoide)
É o exame mais importante. De um modo geral, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através de um simples exame de sangue: a medição do TSH.
- TSH alto → indica hipotireoidismo (a hipófise produz mais TSH para tentar estimular a tireoide)
- TSH baixo → indica hipertireoidismo (a hipófise reduz o TSH porque há hormônios demais)
2. T3 e T4 Livre
Medem os níveis dos hormônios tireoidianos no sangue:
- No hipotireoidismo: T3 e T4 diminuídos
- No hipertireoidismo: T3 e T4 aumentados
3. Anticorpos Antitireoidianos
Ajudam a identificar doenças autoimunes:
- Anti-TPO e Anti-Tg: elevados na Tireoidite de Hashimoto
- TRAb: elevado na Doença de Graves
Exames de Imagem
- Ultrassonografia da tireoide: avalia o tamanho, textura e presença de nódulos
- Cintilografia da tireoide: mostra como a glândula está captando iodo e produzindo hormônios
Tratamentos: O Que Tomar e Como Controlar
Tratamento do Hipotireoidismo
O tratamento do hipotireoidismo é simples, eficaz e geralmente necessário por toda a vida.
Levotiroxina: O Medicamento de Escolha
Desde 1950, a levotiroxina tem sido a droga de escolha para o tratamento do hipotireoidismo. A levotiroxina é a versão sintética do hormônio T4, idêntica ao hormônio natural produzido pela tireoide.
Nomes Comerciais no Brasil:
- Puran T4
- Euthyrox
- Synthroid
- Levoid
Como Tomar Levotiroxina Corretamente:
Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã).
Regras Importantes:
- Tomar em jejum: Sempre ao acordar, pelo menos 30 minutos antes do café da manhã
- Com água: Apenas água, sem suco ou café
- Horário fixo: No mesmo horário todos os dias
- Esperar para outras medicações: Aguardar pelo menos 4 horas para tomar suplementos de cálcio, ferro ou antiácidos
- Não manipular: Sempre usar o medicamento industrializado, pois as doses são em microgramas e há risco de erro na manipulação
Dosagem:
A dose média de levotiroxina requerida para adultos é de 1,0 a 1,7 μg/kg. A dose varia de acordo com:
- Idade do paciente
- Peso corporal
- Gravidade do hipotireoidismo
- Condições cardiovasculares
Em idosos e pessoas com problemas cardíacos, o tratamento começa com doses baixas (25 mcg/dia) e aumenta gradualmente para evitar sobrecarga no coração.
Acompanhamento:
Após iniciar o tratamento, você deve fazer exames de TSH a cada 6-8 semanas até encontrar a dose ideal. Os sintomas do hipotireoidismo costumam melhorar com 2 a 3 semanas de tratamento, mas o efeito máximo do medicamento demora pelo menos 6 semanas.
Uma vez controlado, o acompanhamento pode ser feito a cada 6 meses ou anualmente.
O Hipotireoidismo Tem Cura?
Na maioria dos casos, não. Como na Tireoidite de Hashimoto (principal causa de hipotireoidismo), a condição é crônica e não tem cura. No entanto, o tratamento controla completamente os sintomas, permitindo uma vida absolutamente normal.
Tratamento do Hipertireoidismo
O tratamento do hipertireoidismo é mais complexo e depende da causa e gravidade.
1. Medicamentos Antitireoidianos
O metimazol e a propiltiouracila são os medicamentos mais frequentemente usados para tratar o hipertireoidismo. Eles trabalham na diminuição da produção de hormônios tireoidianos da glândula.
Medicamentos Principais:
- Metimazol (Tapazol): Preferido na maioria dos casos
- Propiltiouracila (PTU): Preferido em grávidas e crises tireotóxicas
Esses medicamentos reduzem a produção de hormônios, mas não tratam a causa raiz. O tratamento geralmente dura de 12 a 18 meses.
2. Betabloqueadores
Betabloqueadores, tais como o propranolol ou o metoprolol, ajudam a controlar muitos dos sintomas de hipertireoidismo.
Eles controlam os sintomas como taquicardia, tremores e ansiedade enquanto o tratamento definitivo faz efeito.
3. Iodo Radioativo
O iodo radioativo pode ser administrado por via oral para destruir parte da tireoide. Esse é o tratamento mais comum para hipertireoidismo.
É um tratamento definitivo que destrói células da tireoide. Após o tratamento:
- A maioria desenvolve hipotireoidismo e precisa tomar levotiroxina pelo resto da vida
- Não pode ser usado em grávidas ou mulheres amamentando
- Gravidez deve ser evitada por 6 a 12 meses após o tratamento
4. Cirurgia (Tireoidectomia)
A cirurgia também é uma opção para pessoas que tenham bócio muito grande, bem como para aquelas que são alérgicas aos medicamentos utilizados para tratar o hipertireoidismo.
Indicações para cirurgia:
- Bócio muito grande
- Nódulos suspeitos
- Alergia aos medicamentos antitireoidianos
- Preferência do paciente
- Doença de Graves com oftalmopatia severa
Controle é permanente em mais de 90% dos casos, mas a maioria precisa de reposição hormonal após a cirurgia.
Dicas Importantes para Quem Tem Problemas na Tireoide
1. Nunca Pare o Tratamento por Conta Própria
Mesmo se você estiver se sentindo bem, continue tomando o medicamento conforme prescrito. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis de TSH dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.
2. Mantenha uma Rotina com a Medicação
Estabeleça um horário fixo para tomar seu remédio. Se esquecer de tomar a levotiroxina, tome assim que lembrar (se for no mesmo dia). A meia-vida da levotiroxina é de 7 dias, então um esquecimento ocasional não compromete completamente o tratamento.
3. Informe Sempre Seu Médico sobre Outros Medicamentos
Muitos medicamentos podem interferir na absorção ou no efeito dos hormônios tireoidianos:
- Antiácidos
- Suplementos de ferro
- Suplementos de cálcio
- Anticoncepcionais
- Anticoagulantes
4. Cuidado com Suplementos de Iodo
Embora o iodo seja necessário para a tireoide, o excesso pode piorar tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo. Não tome suplementos de iodo sem orientação médica.
5. Alimentação Equilibrada
- Para hipotireoidismo: Não há uma dieta específica, mas consuma sal iodado e evite excesso de alimentos bociogênicos crus (como brócolis, couve-flor, repolho e soja em grandes quantidades)
- Para hipertireoidismo: Evite excesso de iodo (algas marinhas, frutos do mar em excesso)
6. Mantenha o Acompanhamento Médico Regular
Faça seus exames de controle conforme solicitado pelo endocrinologista. Os níveis hormonais podem variar ao longo do tempo e a dose pode precisar de ajustes.
7. Atenção às Gestantes
Se você tem problema de tireoide e está grávida ou planeja engravidar:
- O hipotireoidismo não controlado pode afetar o desenvolvimento do bebê
- A dose de levotiroxina geralmente precisa ser aumentada na gravidez
- Faça acompanhamento rigoroso durante toda a gestação
8. Teste do Pezinho
Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo “Teste do Pezinho”. Garanta que seu bebê faça esse teste entre o terceiro e sétimo dia de vida.
Quando Procurar um Médico?
Procure um endocrinologista se você apresentar:
Sinais de Hipotireoidismo:
- Cansaço constante que não melhora com repouso
- Ganho de peso inexplicável
- Sensação de frio excessivo
- Pele muito seca e queda de cabelo
- Depressão ou alterações de memória
- Constipação persistente
Sinais de Hipertireoidismo:
- Perda de peso rápida sem dieta
- Coração acelerado ou irregular
- Nervosismo e tremores nas mãos
- Insônia persistente
- Olhos saltados
- Suor excessivo
Fatores de Risco que Justificam Rastreamento:
- Mulheres acima de 40 anos
- História familiar de problemas tireoidianos
- Doenças autoimunes (diabetes tipo 1, artrite reumatoide, lúpus)
- Após tratamento para hipertireoidismo
- Uso de medicamentos que afetam a tireoide
Autoexame da Tireoide
Você pode fazer um autoexame simples em casa:
- Pegue um espelho e um copo com água
- Localize sua tireoide (logo abaixo do “gogó”)
- Incline a cabeça para trás
- Beba um gole de água enquanto observa seu pescoço no espelho
- Ao engolir, observe se há algum caroço, protrusão ou assimetria
Se notar qualquer alteração, procure um médico. Mas lembre-se: o autoexame não substitui a avaliação médica e os exames laboratoriais.
Vivendo Bem com Problemas na Tireoide
Ter hipotireoidismo ou hipertireoidismo não significa ter uma vida limitada. Com o diagnóstico correto, tratamento adequado e acompanhamento regular, você pode:
- Manter seu peso estável
- Ter energia para suas atividades diárias
- Engravidar e ter uma gestação saudável
- Praticar exercícios físicos
- Trabalhar normalmente
- Ter qualidade de vida plena
A chave está no diagnóstico precoce e na adesão ao tratamento.
Conclusão
Problemas na tireoide são extremamente comuns, especialmente em mulheres, mas felizmente têm tratamentos eficazes. O hipotireoidismo e o hipertireoidismo, apesar de opostos, podem causar sintomas debilitantes e complicações sérias se não forem tratados.
A boa notícia é que, com o medicamento correto e acompanhamento médico regular, praticamente todas as pessoas com disfunções tireoidianas podem levar uma vida completamente normal e saudável.
Se você identificou sintomas em si mesmo ou em alguém próximo, não hesite em procurar um endocrinologista. Um simples exame de sangue pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida.
Lembre-se: Sua saúde é seu bem mais precioso. Cuide da sua tireoide, e ela cuidará de você!
💡 Quer saber mais sobre como manter sua saúde em dia? Continue acompanhando nossos conteúdos e não deixe de consultar um especialista regularmente. Sua tireoide agradece!














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